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É assim o Izakaya, o segundo restaurante de Tiago Penão, a poucos metros do Kappo. No menu, são várias as opções vegetarianas, vegans e também sem glúten, mas nada tema que também há uma diavola (15€) ou uma parma (17,50€). Escondida numa rua, perto da Praça das Flores, esta é uma pizzaria biológica, o que significa que aqui só se trabalha com fornecedores orgânicos, tanto portugueses como italianos. São, provavelmente, as pizzas com a massa mais fina da cidade, o que as torna surpreendentemente leves.
- Lisboa é uma das cidades mais antigas do mundo e a segunda capital europeia mais antiga (depois de Atenas), antecedendo em séculos outras capitais europeias modernas.
- Ficou muito melhor, com outro aspecto.
- Na altura em que decorem as Comemorações dos 80 anos do Bairro, o Presidente da República visitou o Bairro da Boavista em Lisboa, tendo percorrido as suas ruas, convivido com os seus moradores e visitado clubes e associações locais.
- São, provavelmente, as pizzas com a massa mais fina da cidade, o que as torna surpreendentemente leves.
Outros restaurantes para abrir o apetite
As casas enquadram-se no projeto Eco-Bairro, que inclui pequenos espaços verdes, o reaproveitamento da água das chuvas para rega, eficiência energética com recurso a soluções de isolamento passivo e aquecimento de águas com recurso a energia solar. Lá dentro, mesas apertadas, sendo a sala interior uma coisa sem graça, com vista para uma cozinha aberta sem graça onde há mais pessoas sisudas. O sítio parece um avançado do célebre restaurante Edmundo, mesmo ao lado, não tem reclamo não tem nada. Ao anoitecer escuta-se o fado nos restaurantes típicos portugueses, e passa-se pelo Cais do Sodré que se enche de luzes e de gente que ali aprecia o lado mais boémio de Lisboa.
Benfica
Lisboa nunca teve boaboa.pt a vida gastronómica que tem actualmente, mas ainda assim quando se trata de comer fora de horas as escolhas reduzem-se radicalmente. O Zé dos Cornos é um restaurante para ir sem preconceitos e sem medo de sujar as mãos. Há rissóis de leitão, de camarão, pastéis de bacalhau e croquetes para comer com um copinho de vinho ou de ginja.
É criativa, arrojada, ávida pela novidade sem nunca largar mão do seu passado. Não é de admirar que já tenha ganho inúmeros prémios nos World Travel Awards, entre eles o prémio de World’s Leading City Destination, o melhor destino citadino mundial. O melhor é pedir um babete, sem vergonha, e deixar-se lambuzar. Se é verdade que o marisco parece saber sempre melhor no Verão, especialmente depois de uns mergulhos no mar, também é verdade que as mariscadas nunca são demais – apesar de pesarem na carteira.
João Gaspar
Até hoje, Cabral passou por dois hospitais como cozinheiro chef e somou quase dez anos como jogador do Estoril. No Bairro da Boavista há 16 hortas, cada uma para dois vizinhos, e as “barraquinhas” para as ferramentas são divididas por quatro pessoas. António procurou entre o que foi outrora construído no Boavista e o que todos os dias se constrói.
Já a carta, é perfeita para ser partilhada, destacando-se pratos de conforto como a corvina com arroz fresco de limão e coentros ou o arroz de cabrito com enchidos e laranja. O espírito é o dos pratos para partilhar, empratamentos sem rococó, estética bistrô, sabores tugas, do croquete em brioche com jus, à língua de vaca com grão e poejo, passando pelas migas com abanicos de porco ou o arroz doce de sarrabulho. Estamos perante cozinha portuguesa pela geração pós-Maria de Lourdes Modesto, pós-Avillez, pós-Michelin, receitas tradicionais em ácidos, em vez de um twist o que temos muitas vezes são mortais encarpados — mas não à retaguarda.
sítios onde podes comer uma boa Feijoada à Brasileira em Lisboa
O sortido era pouco sortido, só de dois tipos, ambos bons e feitos na casa, a massa pegajosa e fina como deve ser, lá dentro gambas, por cima cebolo. O que veio para a mesa foi apenas um tipo de dim sum, conhecido internacionalmente como dumplings, pequenos raviólis de massa de farinha de trigo ou de arroz, normalmente recheados com camarão ou carne ou ambos. Se espreitar para dentro do balcão da cozinha aberta, vai ver tachos a fumegar, o som de woks a crepitar, proteínas e legumes a sério a serem atirados lá para dentro. Clique para aceder aos nossos menus Foi no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, no coração de Lisboa, que o nosso conceito Boa-Bao ganhou vida.
O nome pode gerar desconfiança, pelo menos a Alfredo Lacerda desconfiou, mas só até provar a massa fresca de João Frazão, concorrente do Masterchef, em 2022. Mas eis que o legado continua com os empregados e a chef de sempre, Manuela Brandão. Depois de ter saído do restaurante em Alfama, Joaquim rumou ao Alentejo onde esteve nos últimos três anos até ter decidido voltar para transformar o antigo restaurante Os Papagaios, junto ao Mercado de Arroios, numa taberna à sua imagem.
Não há dúvida que esplanada d’ A Brasileira é uma das mais icónicas da cidade, mas o nosso guia essencial de esplanadas é imprescindível se estás à procura de locais menos centrais em Lisboa. As Escadinhas de São Cristóvão ficam mesmo no centro histórico de Lisboa, mais precisamente na Mouraria, onde também fica a livraria mais pequena do mundo, a livraria do Simão. O Castelo de São Jorge é um dos sítios mais visitados da cidade, seja por turistas como pelos próprios lisboetas, que adoram ir até lá para apreciar as vistas do seu espetacular miradouro. De entre as muitas vilas que existem na cidade de Lisboa, a Vila Berta é, sem dúvida, uma das mais conhecidas e castiças. Começamos a nossa viagem por um dos mais conhecidos sítios memoráveis de Lisboa, pelas ruas de Lisboa e, neste caso, por uma das principais artérias da cidade, a Rua Augusta.
Ainda assim, são muitos os restaurantes abertos ao domingo (grande parte destes que lhe apontamos também estão à segunda-feira). Não há assim tantos restaurantes abertos até tarde em Lisboa e é normal. Mesas corridas, bancos de pau, queijos e presuntos de entrada, um balcão com um mostrador de petiscos completo e uma ardósia que apresenta os pratos do dia. De raízes minhotas, a Tasquinha do Lagarto prima pela boa comida portuguesa, é um facto.
Na carta, fundem-se as influências do chef em pratos pouco convencionais. O restaurante é feito à imagem do dono, Belmiro de Jesus, que já passou por outras instituições de cozinha tradicional portuguesa, como sejam a Tia Matilde e o Salsa e Coentros. Depois de uma troca de chef – Nuno Costa é quem está à frente da cozinha – as atenções viraram-se para as massas frescas, feitas ali todos os dias e em destaque num menu executivo (29€). Quase quatro anos depois, ainda sem dar vazão, e uma febre de ramen na cidade, abriram um segundo restaurante, apostaram em caldos mais complexos e voltaram até fazer os noodles em casa, tal como acontecia quando o Ajitama era ainda uma espécie de segredo.
Quando consumidas à refeição, como é mais comum hoje em dia nos restaurantes tradicionais de Lisboa, são geralmente servidas com um acompanhamento de arroz malandrinho de feijão. No entanto, a importação mais significativa foi o bacalhau, que se tornou a base de inúmeros pratos tradicionais portugueses, ganhando assim o apelido ‘o fiel amigo’. Já deves ter a nossa lista com os melhores gelados na cidade e, com certeza, também as sugestões dos nossos leitores, mas comer um sorvete n’ A Veneziana tem outro encanto. Lisboa tem algumas das melhores gelataria do mundo!

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